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Visão em perspectiva de um corredor de data center com servidores modernos iluminados por luzes neon em tons de rosa e azul. As prateleiras de hardware estendem-se para o fundo, criando um efeito futurista de infraestrutura tecnológica. No canto superior esquerdo, o selo 'TECNOLOGIA' em fundo branco e, no inferior direito, o logotipo do portal Reconhecida com o @ReconhecidaBR.

TaaS tecnologia por assinatura gera dúvidas sobre uso e contratos

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Mais de 70% das empresas usam tecnologia por assinatura, mas até 30% dos contratos não são totalmente utilizados. Entenda o modelo TaaS.

A tecnologia se consolidou como um componente essencial no cenário corporativo, mas a forma como as empresas gerenciam seus contratos de tecnologia por assinatura, conhecida como Technology as a Service (TaaS), tem gerado questionamentos sobre a real utilização dos serviços contratados. Embora a maioria das organizações já opere com base nesse modelo, uma parcela significativa enfrenta desafios para otimizar os recursos e garantir que cada centavo investido traga o retorno esperado.

A previsibilidade e o acesso facilitado à inovação são os pilares do TaaS, um modelo que vem ganhando força e impulsionando investimentos acelerados em soluções sob demanda, conforme aponta um recente relatório da IDC. No entanto, o uso eficiente desses contratos permanece como um obstáculo para muitas empresas, que ainda lutam para extrair o máximo valor de seus acordos tecnológicos.

Vera Thomaz, CMO da Unentel, explica a dinâmica do mercado: “O TaaS trouxe um ganho importante de previsibilidade e eliminou barreiras de entrada para tecnologia. Só que ele exige um nível de gestão que muitas empresas ainda não estruturaram”. Essa declaração ressalta a necessidade de um acompanhamento mais atendo por parte das corporações.

A chave para o sucesso na gestão de TaaS reside menos na escolha inicial da solução e mais na maneira como ela é administrada ao longo do tempo. Empresas que se destacam nessa área adotam uma abordagem proativa, tratando os contratos de tecnologia não como compromissos estáticos, mas sim como elementos dinâmicos sujeitos a ajustes.

Essa gestão dinâmica envolve o mapeamento detalhado do uso da tecnologia por cada área da empresa, a identificação de licenças subutilizadas e, crucialmente, a correlação entre dados financeiros e operacionais. Essa prática permite desvendar distorções e ineficiências que, se analisadas isoladamente, poderiam passar despercebidas.

Outra estratégia que tem ganhado tração é a revisão periódica dos contratos, fundamentada no comportamento real de uso e não apenas em projeções antigas. Em vez de optarem pela renovação automática de pacotes, as empresas mais evoluídas revisitam o escopo, o volume e até mesmo a lista de fornecedores. Essa abordagem transforma o TaaS de um mero modelo de pagamento conveniente em uma ferramenta ativa de otimização.

Um movimento ainda mais estratégico envolve a centralização da gestão de contratos tecnológicos. Essa iniciativa visa evitar a pulverização de decisões entre diferentes departamentos, o que pode diluir os benefícios do TaaS, especialmente a organização. Com uma governança centralizada, o modelo TaaS pode, de fato, contribuir significativamente para a redução de riscos, o aumento da previsibilidade e uma alocação de recursos mais eficaz.

Vera Thomaz reforça essa visão: “O ganho do TaaS aparece quando a empresa começa a ajustar o contrato à realidade e não o contrário. Pequenas revisões, feitas com frequência, têm um impacto muito maior do que grandes cortes pontuais”. Essa perspectiva enfatiza a importância da agilidade e da adaptação contínua.

Categorias: Economia, Tecnologia por assinatura, TaaS, Gestão de contratos, Unentel

Tags: TaaS, Tecnologia por assinatura, Gestão de contratos, Unentel, Vera Thomaz, Inovação, Otimização

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