[Brasil] Especialistas da FICO alertam para o aumento de golpes digitais e sugerem estratégias de cobrança mais inteligentes no Desenrola 2.0.
O recente lançamento do Desenrola 2.0 colocou o setor financeiro em alerta. Com um volume massivo de consumidores buscando a renegociação de suas dívidas simultaneamente, especialistas apontam que o cenário é propício para o crescimento de fraudes digitais e a necessidade de uma revisão urgente nas estratégias de cobrança das instituições.
A FICO, líder global em software analítico, destaca que o momento exige cautela redobrada. O ambiente de alta procura por acordos financeiros abre margem para táticas criminosas, como phishing e a atuação de falsos intermediários, que tentam tirar proveito da urgência e da desatenção dos consumidores durante o processo de negociação.
Risco ampliado de golpes digitais
Segundo a equipe técnica da FICO, os programas de renegociação em massa funcionam como um campo fértil para golpistas. A orientação para consumidores e instituições financeiras é clara: é preciso adotar medidas rigorosas de verificação e segurança para coibir a ação de terceiros mal-intencionados que buscam capturar dados sensíveis ou efetuar cobranças fraudulentas.
Novas abordagens para cobrança
Além da preocupação com a segurança, o cenário atual traz um desafio para o setor de cobrança. A transição de abordagens massificadas para modelos mais inteligentes e personalizados tornou-se uma necessidade estratégica. De acordo com os especialistas, o uso de dados e o acompanhamento do comportamento do consumidor são fundamentais para aumentar a efetividade da recuperação de crédito.
A ideia central é que a personalização do atendimento permite uma negociação mais assertiva, garantindo a recuperação dos valores sem comprometer a experiência do cliente. A eficiência nas abordagens deve caminhar lado a lado com a proteção dos dados dos usuários, consolidando uma relação de confiança indispensável neste momento de retomada financeira para milhões de brasileiros.



