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Silhueta preta de um homem de costas apontando o dedo indicador para um grande holograma de chave branca brilhante. A chave flutua sobre um globo digital feito de códigos binários em fundo azul tecnológico. Abaixo do holograma, há três monitores de computador alinhados. No canto superior esquerdo, aparece o selo TRESILIÊNCIA DE DADOS em letras brancas; no canto inferior direito, destaca-se o logotipo redondo AR com o @AgenciaReconhecida.

Adoção de Inteligência Artificial exige maior atenção à resiliência de dados

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[São Paulo] A Commvault aponta que o crescimento rápido da IA nas empresas brasileiras demanda estratégias mais robustas de segurança e governança.

A adoção acelerada de tecnologias baseadas em Inteligência Artificial, incluindo agentes autônomos, tem transformado a dinâmica operacional das empresas, mas também ampliado os desafios para garantir a resiliência de dados. Segundo a Commvault, empresa líder em resiliência unificada, o avanço tecnológico exige um nível de proteção e governança que muitas organizações ainda não alcançaram totalmente.

Embora os dados mais recentes sejam baseados em uma pesquisa realizada na Austrália e Nova Zelândia, o cenário reflete as preocupações das empresas no Brasil. Por aqui, a implementação de IA em setores como saúde, varejo, serviços financeiros e setor público é uma realidade crescente, utilizando grandes volumes de dados espalhados por ambientes híbridos e na nuvem.

Bruno Lobo, diretor geral para LATAM da Commvault, ressalta que a questão central vai além da implementação da ferramenta: “No Brasil, muitas organizações já estão usando IA para acelerar processos, melhorar a experiência do cliente e apoiar decisões de negócio. Mas esse avanço precisa vir acompanhado de uma pergunta essencial: se esses dados forem comprometidos, apagados, corrompidos ou expostos, a empresa consegue recuperar suas operações com rapidez e confiança?”.

O impacto do crescimento de dadosSegu

A pesquisa aponta que os ambientes de dados das organizações cresceram 30% em relação ao ano anterior, impulsionados pela tecnologia. Esse aumento eleva a complexidade de manter o controle sobre informações críticas. Embora muitas empresas já estejam formalizando políticas internas, a velocidade de adoção da tecnologia muitas vezes supera a rapidez com que os processos de segurança são atualizados.

“Ter uma política de IA é importante, mas não basta. As empresas precisam saber onde estão os dados, quem tem acesso a eles, quais aplicações os utilizam, como eles são protegidos e de que forma podem ser recuperados”, complementa Bruno Lobo. A resiliência deve abranger todo o ciclo de vida da IA, desde a descoberta da informação até a recuperação segura em caso de incidentes.

Para as empresas que operam em ambientes complexos, a Commvault reforça que a proteção deve ser integrada, unificando a segurança de dados e a recuperação cibernética, garantindo que a inovação tecnológica não se torne um ponto cego para a infraestrutura de TI.

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