Tietê, o rio que “morre” em São Paulo, e ressuscita no interior.

Tietê, o rio que “morre” em São Paulo, e ressuscita no interior.

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O rio que cheira a podridão na capital paulista poderia ter reduzido os sintomas da crise hídrica dos últimos anos caso tivesse sido respeitado e melhor tratado. No interior do estado ele oferece opções de lazer e nem parece se tratar do mesmo rio metropolitano.

Sabemos que 2/3 do nosso planeta é coberto de água, mas, o que muita gente parece não saber e que menos de 1% de toda essa água é potável (pode ser consumida por seres humanos). A água potável é geralmente encontrada em rios, lagos, lençóis freáticos, porém, há muitos anos vários destes vem sendo poluídos e contaminados.

Recentemente tivemos uma forte crise hídrica no Brasil, um dos casos mais emblemáticos sem dúvidas foi a capital Paulista. São Paulo passou sede, as torneiras secaram, obras de transposição de reservatórios foram iniciadas, tudo isso em uma cidade com dois rios que a cortam: Pinheiros e Tietê.

Na Região de Bauru e São José do Rio Preto, a praia de Sabino é ponto turístico às margens do rio Tietê.

Na Região de Bauru e São José do Rio Preto, a praia de Sabino é ponto turístico às margens do rio Tietê.

O Rio Tietê é um caso bastante interessante de ser analisado. O Rio que já foi dito que sua nascente avia sido poluída chega a São Paulo e sai em estado de coma da capital, porém, o que poucos sabem é que o rio não morre. No interior do estado, há pontos onde suas águas torna-se límpidas, há praias e as pessoas sabem que se trata do mesmo rio com dor de podridão que cruza a maior cidade do país.

Em São Paulo capital, o rio Tietê é um exemplo do que não deve ser feito com o esse bem tão precisos que é a água. Para evitar que as pessoas sofram por falta de água, a ONU definiu em 22 de março de 1992 a Declaração Universal dos Direitos da Água, tornando a data como o Dia Mundial da Água, que se repete anualmente e traz com proposta, reflexão sobre como cuidamos do futuro de nosso planeta.

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