Com 367 votos a favor, câmara aprova impeachment de Dilma

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Com discursos raramente rápidos e quase sempre colocando o Brasil, suas famílias e o futuro a frente, deputados iniciaram votação onde o SIM liderou do início ao fim. Com 367 votos a favor, câmara aprova impeachment de Dilma.

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A votação que decidiu o desfecho dessa disputa política teve início às 17 h 45 min. Não houve surpresa quanto a maioria dos votos a favor do processo de impeachment, que se mantiveram a frente durante toda a votação. O desfecho veio quando ainda faltavam alguns votos, mas o resultado de 342 foi atingido em favor do impeachment.

O voto que definiu a abertura do processo foi de Bruno Araújo (PSDB-PE). Às 23 h 46 mim o resultado final foi de 367 votos a favor e 146 contra. Com a aprovação do processo, agora a Câmara faz seu encaminhamento ao Senado que abre uma comissão ara analisar a denúncia e emitir um parecer a favor ou contra a instauração do processo.

Caso aprovado, a presidente Dilma será afastada de seu cargo, e quem assume interinamente é o vice, Michel Temer. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski passa a conduzir os trabalhos. Então começam os interrogatórios, apresentação de provas e defesas.

Este processo não possui um prazo mínimo para ser encerrado, mas não pode exceder o limite máximo de 180 dias. Ao fim, defesa e acusação as alegações finais em 15 dias. Quando então haverá a votação final no Senado.

Na votação final, são preciso o mínimo de 54 senadores votando pelo impedimento da presidente. Caso o número seja alcançado, Dilma é caçada e fica impedida de assumir qualquer função pública por 8 anos e Temer assume a presidência. Caso não obtenha os 54 votos, o afastamento de Dilma é revogado e ela reassume a presidência.

Alfredo Nascimento (PR-AM) renuncia a presidência do Partido da República durante seu voto para poder votar contra o que foi fechado pelo partido, com isso, o deputado votou a favor do impeachment. Entre outros motivos, Nascimento defendeu que seu voto não pertence nem a ele, nem ao partido, mas ao povo que o elegeu e que atualmente pede o impeachment.

A primeira ausência foi de Anibal Gomes (PMDB-CE). Foi chamado duas vezes pelo presidente da câmara, Eduardo Cunha, seus colegas do plenário anunciaram sua ausência. De licença maternidade, Clarissa Garotinho (PR-RJ) também não compareceu, o que motivou algumas vais por um grupo de deputados

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