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Onde?
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Interior de uma fábrica têxtil ou confecção industrial com várias operárias trabalhando sentadas em fileiras diante de máquinas de costura industriais brancas. No centro, destaca-se uma mulher de óculos e cabelos escuros concentrada em seu trabalho. O ambiente exibe colunas metálicas, fiações suspensas e estruturas fabris ao fundo. No canto superior esquerdo, há o selo TERCEIRIZAÇÃO DE GESTÃO em letras brancas; no inferior direito, o logotipo do portal Reconhecida com o @ReconhecidaBR.

Gestão de equipe terceirizada em fábricas entra no radar dos gestores

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[Notícias Nacionais] A mudança tributária impulsiona o uso de mão de obra terceirizada e exige tecnologias de monitoramento mais eficientes nas empresas.

Diante das recentes mudanças tributárias no Brasil, com a implementação gradual do IBS e da CBS, as empresas brasileiras estão revendo suas estratégias de custos operacionais. Enquanto a folha de pagamento interna, baseada no regime CLT, não gera créditos tributários diretos, a terceirização de serviços passou a ser vista como uma alternativa estratégica que permite a apropriação de créditos, aliando otimização fiscal à flexibilidade operacional.

Com essa mudança no cenário corporativo, a gestão de terceiros dentro das plantas industriais ganhou uma camada extra de complexidade. Funções e rotatividade de pessoal que antes eram administradas de forma orgânica agora demandam um acompanhamento rigoroso para garantir a produtividade e a conformidade dos processos.

Tecnologia como aliada do monitoramento

Rigoberto Costa, diretor da ztrax, empresa especializada em monitoramento de pessoas e ativos, ressalta que a gestão eficiente em um ambiente fabril exige um alto grau de organização. Para o executivo, a tecnologia é a peça-chave para suportar essa nova demanda operacional.

“Os recursos avançados, como localização precisa, alertas e relatórios, podem ser personalizados para as necessidades específicas de cada cliente atendido. Por isso, o sistema é assertivo, independentemente da demanda, por exemplo, saber o tempo de demora em uma doca, ou o afastamento de um funcionário de uma determinada área, tudo em tempo real”, destaca Costa.

Eficiência na logística interna

Além do controle de profissionais, a tecnologia de monitoramento também é aplicada para a identificação de objetos e peças. Indústrias que buscam reduzir o tempo de ociosidade conseguem utilizar essas ferramentas para evitar paradas na produção por falta de insumos.

“O sistema pode gerar alertas específicos como inatividade, movimentação de peças ou colaboradores, além da permanência em determinada área. Todo monitoramento é acompanhado pelo gestor, que consegue verificar a produtividade de setores ou da operação como um todo. Em uma fábrica de componentes eletrônicos, por exemplo, o tempo para se encontrar determinada peça pode cair de dias para minutos”, conclui o diretor.

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