Desperdício de até 20% em TI pode ser evitado com revisão tecnológica antes do fechamento do balanço. Saiba como!
A aproximação do fechamento do primeiro trimestre traz consigo uma intensa rotina de revisão financeira nas empresas. Contudo, um aspecto crucial que frequentemente é negligenciado nesse processo é a tecnologia, apesar de seu impacto direto nos resultados corporativos. Um estudo recente da IDC Brasil, divulgado em 2025, aponta que até 20% dos gastos em Tecnologia da Informação podem ser desperdiçados devido a ineficiências como retrabalho, falta de integração entre sistemas e contratos de TI que não condizem com o uso real.
Esses dados revelam uma perda silenciosa de recursos, que só se torna aparente quando o desempenho financeiro já está comprometido. A falta de visibilidade sobre para onde o dinheiro está sendo direcionado na área de TI é um problema recorrente.
“Quando a tecnologia fica fora da revisão do balanço, a empresa corre o risco de fechar o trimestre sem entender exatamente para onde o dinheiro está indo. Os custos estão ali, mas espalhados e isso dificulta o retorno de cada investimento”, explica João Neto, CRO da Unentel.
Desafios na integração e Gestão de Sistemas
Um dos pontos mais críticos reside na arquitetura dos sistemas de uma organização. É comum que setores como financeiro, fiscal e operações operem em plataformas distintas e isoladas, sem qualquer forma de integração. Essa fragmentação exige ajustes manuais constantes, eleva a probabilidade de inconsistências e compromete a confiabilidade das informações, especialmente em momentos de fechamento de balanço.
A transição para sistemas integrados surge como uma solução eficaz, permitindo a automação de processos, a minimização de erros e a garantia de maior segurança na consolidação de dados. Desde a emissão de notas fiscais até o controle rigoroso do fluxo de caixa, a integração otimiza a gestão de informações.
Otimizando custos com Gestão de Contratos e Infraestrutura
Outro fator determinante para a saúde financeira da área de TI é a revisão criteriosa da gestão de contratos e da infraestrutura de TI. Licenças de software subutilizadas, serviços em nuvem contratados em capacidade superior à necessária e modelos de suporte reativo são fontes de custos recorrentes e pouco perceptíveis no cotidiano empresarial.
Adicionalmente, a ausência de um monitoramento contínuo pode levar a instabilidade ou falhas operacionais em momentos cruciais. Uma análise estruturada dessas frentes permite o ajuste preciso do dimensionamento das soluções tecnológicas, aprimora o acompanhamento da operação e mitiga exposições financeiras desnecessárias.
A Unentel, empresa com mais de 40 anos de mercado, destaca a importância dessa abordagem proativa. Sua atuação na distribuição de soluções de videoconferência, audiovisual, redes LAN/WLAN, cibersegurança, devices e automação em todo o território nacional a posiciona como uma referência em tecnologia B2B.
A empresa, reconhecida por seu crescimento expressivo nos Rankings EXAME Negócios em Expansão de 2021 e 2022, enfatiza que a atenção à tecnologia antes do fechamento do balanço não é apenas uma medida de controle de custos, mas uma estratégia fundamental para a tomada de decisões mais assertivas.
“Revisar a tecnologia antes do balanço é uma forma de evitar que esse tipo de desperdício se repita ao longo do ano. Quando a empresa organiza seus sistemas, entende o que está contratando e passa a ter mais controle sobre os dados, o fechamento deixa de ser um ponto de incerteza e passa a apoiar decisões mais estratégicas”, conclui João Neto.
Portanto, as empresas que buscam otimizar seus resultados financeiros devem incorporar a análise tecnológica como um pilar essencial em seus processos de revisão trimestral, garantindo que cada investimento em TI gere o retorno esperado e contribua efetivamente para o sucesso do negócio.
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